sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Mercados registram aumento no número de cheques sem fundo. Os preços estão ganhando dos salários.

Uma pesquisa realizada pelo TeleCheque demonstrou que quem tem rendimento de até  mil reais por mês, não esta conseguido pagar cheques emitidos para o pagamento de alimentação. A causa é visível, embora porta vozes oficiais da nação sempre declarem que o Brasil esta melhorando: os preços estão sofrendo rejuste maior dos que os rendimentos. Nos supermercados a prática não só de aumentar preços, mas também de diminuir a quantidade sem abaixar o preço, esta se tornando uma rotina. Até mesmo empresas tradicionais como a Nestlé, tem diminuído a quantidade do produto sem mexer no preço. O pacote de  Farinha Láctea, por exemplo, tinha antes 400 grs. Passou para 300 grs e agora para 230 grs. Os biscoitos, de quase todas as marcas, estão sofrendo o mesmo processo de erosão de conteúdo. O papel higiênico que antes tinha 40 metros passou para 30 e ninguém reclamou. Conclusão: gasta-se cada vez mais no supermercado e se leva cada vez menos. Resultado? Os alimentos acabam mais rápido e é preciso comprar de novo. Parece que as pessoas não estão aguentando mais sofrer essa sangria, que aliás, poderia ser chamada de fraude. Por que não?
O que não dá para entender, é a passividade daqueles que deveriam estar defendendo os interesses da pulação e não o fazem. Será que para eles, dinheiro não é problema?

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