As Forças Armadas, em conjunto com outros órgãos de segurança pública federais e estaduais, realizam desde ontem a Operação Ágata II nas regiões de fronteira do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul. A operação vai envolver 7 mil militares, além de embarcações, helicópteros e aeronaves. em ações de prevenção, fiscalização e repressão ao contrabando, ao tráfico de drogas e armas e a crimes ambientais.
Só no Paraná, o Exército vai deslocar 2 mil homens para as regiões Oeste e Sudoeste. Segundo a Seção de Comunicação Social do Comando da 5 Região Militar, que engloba os estados do Paraná e Santa Catarina, durante a operação, militares dos corpos de saúde do Exército também prestarão atendimento médico e odontológico às populações carentes de cidades próximas à fronteira.
A operação faz parte do Plano Estratégico de Fronteiras, divulgado pelo Governo Federal no início de junho, e que prevê o fortalecimento das ações de repressão aos crimes praticados na faixa de fronteira, por meio de atuação conjunta dos órgãos de segurança pública e com os países vizinhos. Na Operação Ágata, além das Forças Armadas, atuam a Polícia Federal, Receita Federal e Polícia Militar dos quatro estados.
A primeira edição da Operação Agatá ocorreu na região da Amazônia em agosto, na fronteira do Brasil com a Colômbia. Na ocasião, foram utilizados helicópteros de ataque, caças da Força Aérea Brasileira (FAB) e um veículo aéreo não tripulado (Vant), uma aeronave controlada à distância. A operação descobriu áreas de desmatamento ilegal e pistas de pouso clandestinas usadas por traficantes.
Só no Paraná, o Exército vai deslocar 2 mil homens para as regiões Oeste e Sudoeste. Segundo a Seção de Comunicação Social do Comando da 5 Região Militar, que engloba os estados do Paraná e Santa Catarina, durante a operação, militares dos corpos de saúde do Exército também prestarão atendimento médico e odontológico às populações carentes de cidades próximas à fronteira.
A operação faz parte do Plano Estratégico de Fronteiras, divulgado pelo Governo Federal no início de junho, e que prevê o fortalecimento das ações de repressão aos crimes praticados na faixa de fronteira, por meio de atuação conjunta dos órgãos de segurança pública e com os países vizinhos. Na Operação Ágata, além das Forças Armadas, atuam a Polícia Federal, Receita Federal e Polícia Militar dos quatro estados.
A primeira edição da Operação Agatá ocorreu na região da Amazônia em agosto, na fronteira do Brasil com a Colômbia. Na ocasião, foram utilizados helicópteros de ataque, caças da Força Aérea Brasileira (FAB) e um veículo aéreo não tripulado (Vant), uma aeronave controlada à distância. A operação descobriu áreas de desmatamento ilegal e pistas de pouso clandestinas usadas por traficantes.

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