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| Dep. Givaldo Carimbão - (ao centro). |
Programas falhos
O relator da comissão especial, deputado Givaldo Carimbão (PSB-AL), classificou de falido o programa de ações contra drogas do governo. "É uma coisa falida. Não funcionou. Taí a dependência química na rua, todo dia a televisão mostrando, a maconha, a cocaína, o crack principalmente. E não tem resposta do governo federal nessa dimensão. Tenho convicção de que a presidente Dilma tem compromisso e quer resolver o problema. Mas os programas são muito falhos e pequenos e estamos muito aquém da realidade brasileira", ressaltou.
O relator da comissão especial, deputado Givaldo Carimbão (PSB-AL), classificou de falido o programa de ações contra drogas do governo. "É uma coisa falida. Não funcionou. Taí a dependência química na rua, todo dia a televisão mostrando, a maconha, a cocaína, o crack principalmente. E não tem resposta do governo federal nessa dimensão. Tenho convicção de que a presidente Dilma tem compromisso e quer resolver o problema. Mas os programas são muito falhos e pequenos e estamos muito aquém da realidade brasileira", ressaltou.
Segundo Givaldo Carimbão, o governo tem de rever suas posições e a comissão especial vai trabalhar para ajudar a encontrar o caminho. Ele disse que alguns temas serão debatidos e depois poderão ser transformados em lei, como a inclusão do tema das drogas nos currículos escolares e o aumento das penas para os traficantes de crack.
O deputado disse ainda que os ministros da Justiça, José Eduardo Cardozo, e da Saúde, Alexandre Padilha, serão convidados para novas audiências. Além disso, grupos de parlamentares vão visitar várias cidades do País para checar de perto a situação. Também serão realizadas audiências públicas nos estados e finalmente, em setembro, está programado um seminário internacional. O relatório final da comissão especial deverá ser apresentado em cinco meses.

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